Abstract: Nos últimos anos, as empresas vêm ganhando grande destaque na sociedade, na economia e na política. Por causa desse protagonismo, as suas ações estão tendo maiores consequências no mundo, ainda mais com a globalização. Dessa maneira, as empresas precisam seguir a premissa de que elas têm um papel de servir aqueles que estão à sua volta, e não os prejudicar, como tem acontecido, pelo menos, desde primeira Revolução Industrial. A razão dessas medidas imprudentes é busca, a qualquer custo, por lucros vultuosas a curto prazo, colocando em segundo plano questões que deveriam ser centrais na atuação empresarial. Obviamente, estando dentro de uma economia capitalista, a crítica não é sobre a persecução do lucro, pois não é possível pensar a empresa sem pensar o lucro, mas o questionamento versa sobre a maneira como ele é alcançado. Assim, destaca-se que o lucro pode ser obtido por meio de desempenhos responsáveis, que são benéficos para a empresas e para as partes interessadas. Nesse sentido, o Estado tem um importante papel em estabelecer balizas por meio das quais as empresas devem atuar. No entanto, juntamente, é preciso que haja limites internos, mediante mecanismos da boa governança, a fim de que se tenham empresas mais humanas, que respeite tanto seu pessoal interno, mas também toda e a sociedade e o meio ambiente.
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