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Manejo da Sepse em Crianças no Atendimento de Emergência. (Portuguese)

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  • Additional Information
    • Abstract:
      The article addresses the management of sepsis in children in emergency care, highlighting the severity of the condition, which can lead to a mortality rate of up to 40%. The research, based on an integrative review of recent articles, emphasizes the importance of immediate diagnosis and treatment, especially the early administration of antibiotics. The data indicate that delays in care significantly increase the risk of death. The study also mentions that infants and neonates are the most vulnerable and that barriers such as lack of training and structural limitations hinder an adequate response, especially in low-income countries. It concludes that individualized strategies and adapted protocols are essential to reduce childhood mortality associated with sepsis. [Extracted from the article]
    • Abstract:
      A sepse em crianças é uma resposta inflamatória sistêmica desregulada a uma infecção, com risco elevado de progressão para choque séptico e mortalidade, que pode atingir até 40%. Em pediatria, sinais iniciais como taquicardia e taquipneia são inespecíficos, dificultando o diagnóstico precoce. Este estudo teve como objetivo analisar a importância do diagnóstico e manejo imediato da sepse infantil na sala de emergência. Trata-se de uma revisão integrativa baseada em artigos publicados no último ano na base PubMed, com os descritores "Sepsis", "Management", "Child" e "Emergency". Dos 40 artigos identificados, 5 foram selecionados para análise completa. Os dados reforçam que a administração precoce de antibióticos, preferencialmente na primeira hora de atendimento, é decisiva para reduzir complicações. Um tempo de atendimento superior a 330 minutos após a chegada à emergência aumenta em até 3,63 vezes o risco de óbito em 30 dias. Lactentes e neonatos são os mais vulneráveis devido à imaturidade imunológica e maior dificuldade diagnóstica. O manejo eficaz da sepse pediátrica envolve três pilares: diagnóstico precoce, expansão volêmica e cuidados intensivos, incluindo suporte ventilatório e drogas vasoativas. Barreiras como baixa suspeição clínica, falta de treinamento, dificuldades na dosagem pediátrica e limitações estruturais dificultam a resposta adequada, especialmente em países de baixa renda. A estratificação de risco e o uso de algoritmos digitais podem otimizar a triagem e intervenção precoce. Conclui-se que estratégias individualizadas, baseadas em protocolos adaptados à realidade local, são essenciais para reduzir a mortalidade infantil associada à sepse. [ABSTRACT FROM AUTHOR]
    • Abstract:
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